Quem paga mais, quem ganha mais
A taxa reorganizou o jogo das compras internacionais. Os números mostram o que mudou para o consumidor, para o lojista nacional e para cada categoria de produto.
O que a taxa muda na prática
Vantagens da medida
Desvantagens da medida
Lojistas nacionais ganham competitividade: produtos importados baratos deixam de ter vantagem artificial de preço no checkout.
O consumidor paga mais em cada pedido: 20% sobre o valor do produto mais frete, antes mesmo do ICMS estadual.
A arrecadação gerada pode financiar programas sociais — o governo destinou parte da receita ao Bolsa Família.
Acesso a produtos sem equivalente nacional fica mais caro — especialmente itens de nicho não fabricados no Brasil.
Isonomia fiscal: empresas brasileiras passam a competir em condições mais próximas das plataformas internacionais.
A burocracia de cálculo varia por plataforma, gerando confusão no momento do checkout e cobranças inesperadas.






Roupas, eletrônicos e cosméticos: situações distintas
Roupas e moda
Eletrônicos e acessórios
Cosméticos e beleza
É a categoria mais afetada pelo apelido. Um item de R$ 80 passa a custar cerca de R$ 112 após a alíquota federal mais o ICMS de 17%.
Já tinham alíquotas próprias antes da taxa. O impacto é menor em proporção, mas se soma a tarifas setoriais que podem chegar a 60%.
Categoria com alta demanda em plataformas asiáticas. A taxa eleva o custo final em até 40%, tornando muitos itens equivalentes aos nacionais.
Quer ver os números por trás de cada cobrança?
A página Como Funciona detalha a fórmula de cálculo, compara as plataformas e mostra exemplos reais com valores concretos.
